Organização de Jovens Espíritas

Um mundo melhor OJE!

Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho

Propomos o estudo sistematizado de um livro. Combinamos os capítulos que serão estudados durante a semana, e em forma de fórum colocamos nossas opiniões e os pontos que nos chamaram atenção. Ao término da semana, colocaremos em pauta os ensinamentos adquiridos, ou muitas das vezes, rediscutidos. Na outra semana, enquanto estudamos os capítulos seguintes, tentamos fazer uma reforma íntima com os ensinamentos da semana anterior, e assim sucessivamente. É claro, nossos conhecimentos devem ser acumulados durante a vida, principalmente o que aprendemos referente á moral! Nossa base teórica é determinante no sucesso prático do grupo!

 

Temos certeza que vamos nos divertir estudando, além de fortalecer nossos laços!
Pensamos em estudar as obras básicas, indispensáveis para o entendimento da doutrina. Porém, deixamos esta preciosa leitura a cargo de cada um, já que muitas mocidades já fazem esse estudo e sempre utilizaremos como referência em nossos fóruns.

 

Após a realização de votação promovida entre os participantes da OJE, por meio de enquete no próprio portal, o próximo livro a ser estudado será o “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”, ditado pelo espírito Humberto de Campos e psicografado por Francisco Cândido Xavier. Nesta obra, são analisados fatos da história brasileira, objetivando demonstrar, a partir de dados colhidos no Plano Espiritual, a importância deste país na condição de nação evangelizadora, bem como incentivar a prática do Evangelho de Jesus. Conforme Emmanuel esclarece, é “a revelação da missão coletiva de um país”.

 

Em razão da extensão de cada capítulo, a proposta inicial é ler e estudar 1 por semana (o que poderá ser alterada de acordo com a conveniência no decorrer dos estudos), ocorrendo apenas duas ressalvas.


A primeira é com relação ao Prefácio e ao capítulo “Esclarecendo”, os quais serão estudados em uma mesma semana, por serem menos extensos.


E a segunda ressalva é com relação ao primeiro capítulo, “O coração do mundo”, que será estudado em duas semanas. O prazo em dobro se faz necessário pelo fato de ocorrerem diversos encontros espíritas no país, entre os dias 13 a 16 de fevereiro e que, em determinados casos, mobilizam os trabalhadores, inclusive, nos dias que antecedem ou que se seguem. Por isso, a fim de evitar prejuízos aos participantes do estudo, a dilação do prazo.

Clique aqui para baixar a versão em pdf.

 

Seguem os capítulos e as datas:

De 1º/02 até 07/02: Prefácio e Esclarecendo;

De 08/02 a 21/02: Capítulo I – O coração do mundo;

De 22/02 a 28/02: Capítulo II – A pátria do Evangelho;

De 1º/03 a 7/03: Capítulo III – Os degredados;

De 08/03 a 14/03: Capítulo IV – Os missionários;

De 15/03 a 21/03: Capítulo V – Os escravos;

De 22/03 a 28/03: Capítulo VI – A civilização brasileira;

De 29/03 a 04/04: Capítulo VII – Os negros do Brasil;

De 05/04 a 11/04: Capítulo VIII – A invasão holandesa;

De 12/04 a 18/04: Capítulo IX – A restauração de Portugal;

De 19/04 a 25/04: Capítulo X – As Bandeiras;

De 26/04 a 02/05: Capítulo XI – Os movimentos nativistas;

De 03/05 a 09/05: Capítulo XII – No tempo dos vice-reis;

De 10/05 a 16/05: Capítulo XIII – Pombal e os jesuítas;

De 17/05 a 23/05: Capítulo XIV – A Inconfidência Mineira;

De 24/05 a 30/05: Capítulo XV – A Revolução Francesa;

De 31/05 a 06/06: Capítulo XVI – D. João VI no Brasil;

De 07/06 a 13/06: Capítulo XVII – Primórdio da Emancipação;

De 14/06 a 20/06: Capítulo XVIII – No limiar da Independência;

De 21/06 a 27/06: Capítulo XIX: A Independência;

De 28/06 a 04/07: Capítulo XX: D. Pedro II;

De 05/07 a 11/07: Capítulo XXI: Fim do primeiro reinado;

De 12/07 a 18/07: Capítulo XXII: Bezerra de Menezes;

De 19/07 a 25/07: Capítulo XXIII: A obra de Ismael;

De 26/07 a 1º/08: Capítulo XXIV: A Regência e o segundo reinado;

De 02/08 a 08/08: Capítulo XXV: A guerra do Paraguai;

De 09/08 a 15/08: Capítulo XXVI: O movimento abolicionista;

De 16/08 a 22/08: Capítulo XXVII: A República;

De 23/08 a 29/08: Capítulo XXVIII: A Federação Espírita Brasileira;

De 30/08 a 05/09: Capítulo XXIX: O Espiritismo no Brasil;

De 06/09 a 12/09: Capítulo XXX: Pátria do Evangelho;

De 13/09 a 19/09: Encerramento do estudo, avaliação.


Acompanhe também o estudo feito anteriormente do Livro Conduta Espírita


Bom estudo a todos! Que Jesus nos ilumine e que a espiritualidade amiga possa nos acompanhar, sempre! Que assim seja!


 

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Comentário de Equipe OJE em 18 setembro 2010 às 12:09
Atenção!

Neste final de semana entrará no ar a nova área de Estudos da OJE!

Serão disponibilizadas duas salas de estudo: uma para O Livro dos Espíritos e outra para o livro Nosso Lar.
Além disso, teremos debates no Chat, aos finais de semana, com moderadores.

E, ao final de cada livro, teremos sorteios de brindes para os participantes assíduos.

Aguardem as novidades!
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 18 setembro 2010 às 11:49
Fim do estudo, agora é aguardar as novidades do próximo livro. Abraços para quem estiver lendo isso e espero não ficar tão solitário com relaçãos aos próximos!
Abraços e fiquem com Deus!
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 8 setembro 2010 às 17:06
O Espiritismo no Brasil (parte 2), vulgo "Pátria do Evangelho"

Para fechar o capítulo e o livro, segue alguns pontos que gostaria de destacar deste último trecho:

Finalizando o capítulo, é ressaltada a relevância da obra de Ismael para o Brasil, com relação à educação espiritual.
Enfim, o objetivo do livro é demonstrar o papel do Brasil perante o mundo, vez que cada nação corresponde a uma individualidade, com sua respectiva tarefa a ser desempenhada.

É dito ainda sobre o problema da educação nacional, o qual, até o momento, se traduz em dos principais déficits da política governamental. Em outras palavras, nesse ponto, ainda temos que caminhar muito.

Achei interessante quando fala da dependência das nações: “nenhum país do mundo pode viver independente da comunidade internacional”. Em tempos em que o senso de globalização já é tão comum e natural, esse trecho evidencia exatamente essa dependência internacional. É claro que me refiro a uma dependência salutar, de forma que as nações mantenham a sua soberania.

Abraços e até semana que vem!
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 3 setembro 2010 às 18:44
Antes, um esclarecimento: acho que, por equívoco, constou no índice do livro em PDF o capítulo final “Pátria do Evangelho”, o qual não consta conteúdo do arquivo.
Então, para não ficar extenso e, buscando seguir o cronograma, comentarei apenas com relação às páginas 160 a 165 (início desta), do capítulo “O Espiritismo no Brasil”.

O Espiritismo no Brasil

Após a plantação das primeiras sementes do Espiritismo no Brasil, os frutos começam a ser colhidos, através do trabalho de médiuns curadores.
Aqui, a ideia espiritualista, ao invés de “discussões estéreis” como ocorriam na Europa, transmitia a essência do Evangelho e o Cristianismo, promovendo o amor e a caridade.

Além disso, as falanges de Ismael seguem amparando os grupos que se dedicam ao bem.
Embora algumas forças tentassem trazer a desunião entre os adeptos do Espiritismo, os ensinamentos do Cristo sempre prevalecem e, gradualmente, trará a união de todos os grupos.

Interessante a frase: “Depreende-se, portanto, que a principal questão do espiritualismo é proclamar a necessidade da renovação interior, educando-se o pensamento do homem no Evangelho, para que o lar possa refletir os seus sublimados preceitos”.
Toda essa Doutrina veio para nos auxiliar em nossa reforma íntima. É um processo demorado? Sim, mas faz parte de nosso aprendizado.

Abraços e tenham um ótimo fim de semana!
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 28 agosto 2010 às 20:34
A Federação Espírita Brasileira

O capítulo trata sobre a formação da Federação Espírita Brasileira, desde a sua organização até a consolidação, e o seu papel perante os desígnios de Ismael, a fim de promover os ensinamentos do Cristo.

Trata também sobre os trabalhos desempenhados pelos espíritas brasileiros, sobretudo de Bezerra de Menezes, a fim de integrar e unificar os diversos grupos espíritas em torno da Federação.

Destaco esse trecho dito por Jesus: “a caridade pura deverá ser a âncora da tua obra, ligada para sempre ao fundo dos corações, no mar imenso das instabilidades humanas. A caridade valerá mais que todas as ciências e filosofias, no transcurso das eras, e será com ela que conseguirás consolidar a tua Casa e a tua obra”.
Enfim, está demonstrada a importância de se levantar e praticar o ideal da caridade.

Abraços
Comentário de Equipe OJE em 24 agosto 2010 às 11:09
Precisa-se de moderadores

Quem ajuda hoje, amanhã será ajudado. (André Luiz)

Venha nos ajudar a difundir a Doutrina Espírita!

A Organização de Jovens Espíritas está reorganizando a seção de Estudo e, para isso, necessitará de pessoas que tenham conhecimento doutrinário para colaborarem na moderação.

Assim, aqueles que se interessarem, pedimos, por gentileza, que enviem um e-mail para contatooje@hotmail.com, enviando as seguintes informações:

a) Nome;
b) Cidade;
c) E-mail;
d) Idade;
e) Disponibilidade de horários (de domingo a domingo);
f) Se frequenta alguma Casa Espírita ou grupo de estudo.

Desde já, agradecemos o apoio e a compreensão de todos!

Abraços fraternos e fiquem com Deus!

E quanto fizerdes, por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando a
Ele graças a Deus, o Pai
. — Paulo. (COLOSSENSES, 3:17.)

Em tempo: não deixem de participar da enquete, na página inicial, para a escolha do próximo livro de estudo!
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 21 agosto 2010 às 20:32
Eric, agradeço as palavras, mas não tô fazendo mais que uma obrigação. A instrução é sempre necessária.
Assim que puder, venha nos ajudar!

Mayra, bom te ver por aqui novamente, viu...

Ah, só lembrando que na página inicial tem uma enquete para votação do próximo livro de estudo. Não deixem de participar!

Abraços fraternos
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 21 agosto 2010 às 20:28
A República

Apenas acrescentando sobre o que a Mayra escreveu, a proclamação da República marcou a maioridade do Brasil.
Até esse período, nosso país tinha o amparo direto das falanges de Ismael, a fim de conduzir os ideais programados pelo Cristo para estas terras.
Enfim, com a “maioridade”, a sociedade brasileira passaria a caminhar com as próprias pernas, sem a intervenção direta do mundo espiritual.

Nem por isso, no entanto, o amparo foi encerrado. “No capítulo das instituições humanas, os esforços que despendemos até agora estão mais ou menos encerrados; compete-nos, todavia, em todos os dias do porvir, conservar e desenvolver a "melhor parte", espiritualizando essas mesmas instituições, dentro das grandes finalidades de todos os labores das esferas elevadas do plano espiritual”. Ou seja, a atenção dos amigos espirituais passaria a recair sobre temas mais específicos e relevantes.

Com relação à deposição de D. Pedro II, ocorrida após a Proclamação da República, faço questão de citar novamente uma frase dele, que mostra o sentimento que tinha por este país. Suas últimas palavras foram: "Deus que me conceda esses últimos desejos – paz e prosperidade para o Brasil…".
Além disso, deixou um pacote contendo terras de todas as províncias brasileiras, com o seguinte recado: "É terra de meu país, desejo que seja posta no meu caixão, se eu morrer fora de minha pátria".
Mesmo em plena República, a comoção pelo desencarne D. Pedro foi grande no Brasil, com inúmeras demonstrações de pesar.

Abraços
Comentário de Mayra Vasconcelos em 19 agosto 2010 às 11:49
Que saudade povoooooo!!!!!!!!!!!!!
Comentário de Mayra Vasconcelos em 19 agosto 2010 às 11:49
A República

Este capítulo inicia falando da importância que era para o povo a transição do Brasil à República, para eles era o modo mais compativel a evolução que o país estava passando. Esse pensamento atingil a todos os niveis d einteligência.

No mundo espiritual, os espítos trabalhadores se reuniam para mais uma fase de trabalho para o bem, dentre algumas partes do livro podemos citar as seguinte:
"Ensinareis aos meus novos discípulos encarnados a paciência e a serenidade, a humildade e o amor, a paz e a resignação, para que a luta seja vencida pela luz e pela verdade,...cujo obejito único é a reforma de cada um."

No capítulo também, após a saída de Dom Pedro II, espírito de uma superioridade espiritual, ocorreu a Proclamação da Republica.


Beijããão!!!
Comentário de Mayra Vasconcelos em 19 agosto 2010 às 11:19
ô Marcel estudiosoooo!!!!!!!
:D
Comentário de Eric Roger de Brito Castro em 16 agosto 2010 às 22:07
Boa tarde a todos amigos, gostaria de hoje parabenizar a participação maçiça de Marcel e dos demais amigos...
Em breve pretendo participar mais, aprender mais com todos e se puder também contribuir para o aprendizado mútuo.
Parabéns a todos pela organização!
Precisamos agitar mais a comunidade do OJE galera e aproveitar essa grande oportunidade que estamos tendo.

Abraços Fraternais,
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 13 agosto 2010 às 17:11
O movimento abolicionista

Este capítulo trata sobre os principais acontecimentos referentes à abolição da escravatura, citando, a intensa movimentação das falanges de Ismael, que contavam com diversos colaboradores encarnados.
Os ideais de liberdade eram difundidas por todo o Império, através de publicações e discursos, a fim de promover o movimento de emancipação de todos os escravos.

É relatado que D. Pedro II apenas não decretou a emancipação anteriormente, em razão do receio de se iniciar uma guerra civil no Brasil, assim como ocorreu nos EUA.

Assim, o processo de emancipação foi gradual no país, iniciando-se desde as aprovações da Lei do Ventre Livre até a da Lei Áurea, ambas com importante participação da Princesa Isabel, a qual, segundo foi revelado, reencarnou com o propósito abolicionista.

Abraços a todos
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 7 agosto 2010 às 10:53
A guerra do Paraguai

D. Pedro II continua angariando a simpatia do povo brasileiro e até de ambientes europeus.
O movimento abolicionista já se iniciava, com a reencarnação de importantes nomes que o defenderia: Rio Branco, Mauá, Castro Alves e Pedro América.

O período de paz e prosperidade, no entanto, despertou certo sentimento de “prepotência”, de modo a fazer que com que o Brasil se sentisse no direito de interferir nos interesses de outras nações da América do Sul.
Esse ar de superioridade culminou em lutas armadas entre as nações até culminar na Guerra do Paraguai.

A guerra, assim como os flagelos destruidores, deve ser analisada sob uma ótima diferenciada. Embora em um primeiro momento, as perdas e a destruição causadas sejam causa de aflição e sofrimento, a longo prazo, esses eventos, à custa de esforços e sacrifícios, constituem importante progresso e iluminam o caminho da redenção.
Esses fatos são necessários para promover a evolução de determinados povos, uma vez que o homem, por si só, por muitas vezes não consegue progredir na marcha evolutiva.
Então, para observarmos o progresso que ocorreu, não devemos ter por parâmetro, dias ou meses, mas, sim, décadas e séculos. Assim, poderemos apurar o desenvolvimento alcançado.

Abraços e fiquem com Deus
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 30 julho 2010 às 16:44
A regência e o segundo Reinado

Com a abdicação de D. Pedro I, é organizada uma regência, a fim de apaziguar a desordem que se instalou no país.
Diversos conflitos se espalharam pelo Brasil durante anos, exigindo esforços e sacrifícios tanto dos encarnados, quanto dos desencarnados.

E após anos de instabilidade, políticos decidem declarar a maioridade de D. Pedro II (Longinus) para que possa assumir o trono brasileiro.

Amplamente amparado pela espiritualidade, D. Pedro II consegue promover a ordem, com autoridade e pacificação e utilizando-se de uma política de moderação e tolerância.
As falanges de Ismael, por sua vez, inspiraram com ideais “de fraternidade e liberdade”, preparando para o pensamento republicano que estava por vir.

Abraços
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 24 julho 2010 às 9:55
A obra de Ismael

O capítulo traça uma breve linha histórica sobre alguns acontecimentos referentes à Doutrina Espírita no Brasil – desde os primeiros fenômenos em Hydesville, nos Estados Unidos, até o início da Federação Espírita Brasileira.

Muitas personalidades e muitos grupos surgiram, a fim de levantar a bandeira de Ismael no plano físico. O caminho foi demorado e até perturbador para alguns, mas se trataram de contratempos necessários ao desenvolvimento dos trabalhos.

Além disso, a força das trevas é sempre perseverante e perspicaz na busca pela difusão do mal e, em razão disso, muitos grupos sucumbiram em razão dos ataques desses irmãozinhos de baixas vibrações.
Por isso é necessário – e, diga-se, de passagem que isso serve para toda a vida – que o trabalho pro Cristo deva ser seguido com firmeza e fé (e com pele de rinoceronte), pois as controvérsias sempre virão, a fim de nos desviar do caminho.

Tenhamos fé e firmeza, abraços!
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 17 julho 2010 às 0:33
Bezerra de Menezes

Enfim, é iniciada a preparação para que o Espiritismo, o Consolador prometido, seja difundido na Terra. As atividades no plano invisível são incessantes, a fim de promover as bases necessárias para introdução.
Por isso, o capítulo trata sobre a vinda de Allan Kardec e de auxiliares, que, como se sabe, tiveram a missão de apresentar a Codificação ao mundo.

No Brasil, Bezerra de Menezes tem a incumbência de “criar o núcleo de atividades espirituais” – angariando energias, elementos e esforços para propiciar o fortalecimento do Espiritismo na Pátria do Evangelho. Esse homem, “o grande discípulo de Ismael”, contribuiu imensamente para a Doutrina Espírita no Brasil, lançando bases firmes para sua propagação.

Abraços
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 8 julho 2010 às 2:41
Fim do primeiro reinado

Hoje o comentário será pequeno. Em resumo, o capítulo trata sobre o desgaste do reinado de D. Pedro I, levando-o à abdicação do trono em favor de D. Pedro II. São vários eventos no Brasil que levam D. Pedro I a refletir sobre o significado de seu reinado.

Durante esse período, ele recebe diversas inspirações do plano invisível, sempre que seu pensamento permite a intervenção, que o auxilia na administração do país. No entanto, suas más condutas também prejudicam seu governo e isso se reflete nas manifestações contrárias ao seu reinado.

Abraços
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 30 junho 2010 às 0:09
D. Pedro II

Inicialmente, é tratado sobre o início da organização política e social do Brasil.
Em seguida, passa a explorar sobre a preparação da reencarnação de D. Pedro II. O Espírito escolhido se chamava Longinus e recebeu as instruções diretamente de Jesus.

De tão grande era a missão que, se fosse bem cumprida, seria a sua última passagem pela Terra. Assim, são passados todos os avisos e orientações a Longinus, sobre sua missão.

Importante a lição de Jesus ao afirmar que a missão de ser imperador iria requerer o máximo de renúncias e de devotamento. Creio que esse é o preço do poder, quando sabiamente utilizado. Essa dádiva, para não se tornar uma maldição, necessita de renúncia aos tesouros e aos prazeres, que lhe são característicos, bem como devotamento ao ideal que ele representa, a fim de não se desvirtuar de sua tarefa.

Enfim, pode-se dizer que D. Pedro II ou Longinus teve êxito em sua missão. Sua história é notável, assim como seus feitos pelo Brasil. Desfrutou de grande admiração internacional e foi um grande administrador do Brasil – acho que tudo o que eu escrever sobre D. Pedro seria insuficiente, então, em respeito, paro por aqui. Mas aconselho que leiam a respeito; é muito interessante e gratificante.

Embora não conste do livro, chama a atenção sobre suas últimas palavras antes do desencarne: “Deus que me conceda esses últimos desejos – paz e prosperidade para o Brasil...”.

Fiquem com Deus!
Comentário de Marcel Dias Ribeiro em 25 junho 2010 às 23:30
Independência

Com o movimento intenso de emancipação promovido por encarnados e desencarnados, D. Pedro, em desobediência às ordens da Corte de Lisboa, para o retorno a Portugal, decide permanecer no Brasil, “para o bem da coletividade e para a felicidade geral da nação” – é o Dia do Fico. Era mais um passo para a independência do Brasil.

Apesar da ameaça das tropas portuguesas, a influência do mundo invisível foi determinante para evitar a guerra, a qual não ocorreu.

Em seguida, são tomadas as medidas políticas para a organização do Brasil e D. Pedro realiza viagens com o intuito de unificar o sentimento geral em favor da independência.

No plano espiritual, a independência já era clara e evidente – desde de 1808, ninguém poderia negar ou retirar a liberdade obtida pelo Brasil. No entanto, era preciso determinar um marco histórico.
Então, em 7 de setembro de 1822, quando D. Pedro retornava ao Rio de Janeiro, ao receber a notícia sobre as novas imposições da Corte de Lisboa, nas margens do rio Ipiranga e inspirado pelo Espírito de Tiradentes, declara a independência do Brasil, com o famoso grito de “Independência ou Morte”.

Como se viu, o processo de independência se iniciou muito antes, mas se fez necessário criar um marco, que passaria à memória da nacionalidade.
Nota-se que, com as devidas exceções, o processo ocorreu de forma pacífica – essa foi a grande intenção de Ismael, a fim de condizer com os desígnios da Pátria do Evangelho.

Abraços

A OJE foi criada com o ideal da união de jovens espíritas, sua sede é em Uberlândia-MG onde trabalhamos para união de mocidades da cidade.

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Notas

Confira os destaques do Movimento Espírita na Europa

Criado por Redação OJE 25 Jul 2010 at 19:11. Atualizado pela última vez por Redação OJE 25 Jul, 2010.

Filme "Nosso Lar" leva às telas o famoso livro de Chico Xavier

Criado por Redação OJE 25 Jul 2010 at 18:44. Atualizado pela última vez por Redação OJE 25 Jul, 2010.

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