Organização de Jovens Espíritas

Um mundo melhor OJE!

Terremotos, tsunamis, deslizamentos de terra, enchentes, nevascas, guerras, pandemias, acidentes aéreos e automobilísticos. Estão ocorrendo diversos desastres na Terra, atingindo milhões de pessoas.

Iniciamos esta discussão para reunirmos os nossos conhecimentos a respeito deste assunto e, é claro, buscar o esclarecimento.

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Respostas a este tópico

Marcel valeu por postar a questão.

740. Os flagelos não seriam para o homem também provas morais que os submetem às mais duras necessidades?

– Os flagelos são provas que proporcionam ao homem a ocasião de exercitar sua inteligência, mostrar sua paciência e sua resignação à vontade da Providência, e até mesmo multiplicam neles os sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se não é dominado pelo egoísmo.

Bom, responde muito essa resposta. Com esse desastre no Haiti houve a desarticulação de energias perversas, vibrações ruins devido a violência metal em que aquelas pessoas estavam, em plena guerra civil, guerras entre gangs. Como foi dito, tem um papel de "Limpeza". Ali a atividade espiritual aumentou consideravelmente. O mundo sensibilizou-se e todos ajudaram, alguns perdoaram. Vejam só, quem diria, noutros tempos em que o racismo era tremendo, esses nossos irmãos estariam entregues a própria sorte. Tudo tem uma finalidade maior. *------*
Olá pessoal,
Vamos iniciar uma nova discussão.
Levando em consideração os desastres que vem ocorrendo na natureza, podemos classificá-los em dois: os desastres naturais (como próprio nome diz, aqueles que ocorrem na natureza de forma “natural”, pois ela está em constante transformação). E há também outro tipo de desastre, aqueles causados pelos homens, o que podemos chamar de desastres antrópicos.

Estes desastres “desnaturais” ocorrem devido a práticas ecologicamente destrutivas e a um número cada vez maior de pessoas interferindo no meio ambiente de forma irracional e prejudicial a ele. Citando apenas alguns exemplo: degradamos as florestas, modificamos cursos de rios, aterrarmos áreas alagadas e desestabilizamos o clima, ou seja, estamos desfazendo a malha de uma rede de segurança ecológica extremamente complexa. As consequencias de toda essa interferência humana nos sistema naturai, podem ser observadas nos noticiários e mesmo até em nossas cidades. A natureza está respondendo ao ataque que foi feito a ela.
As mudançãs climáticas que ocorrem devito ao tão conhecido “aquecimento global”, já está mostrando seus efeitos: deslizamentos de terras, extinção de animais, derretimento das gelerias e aumento do nível do mar, aumento de doenças, e até mesmo estudos feitos recentementes mostram que pode levar até ao aumento de erupções de vulcões nos próximos anos.

Chegamos então a um ponto que me deixa, e acredito que várias outras pessoas também com muitas dúvidas.
“ Como devemos classificar esses desastres na natureza que são causados por interferência antrópica, já que como foi dito “o Planeta está passando por uma “limpeza” devido ao processo de Regeneração. E que estes desastres, ou flagelos,são acontecimentos necessários para nossa depuração na Terra.”
Mas se alguns desses acontecimentos são causados pelo homem, quer dizer então que Deus, quer que o homem “destrua o meio ambiente para que ocorra a transição da Terra para regeneração”?


Apenas acho que não podemos simplificar tudo, e dizer que tudo o que acontece “é porque Deus quer”, ou que é para nosso progresso. Isso é por situações, e não podemos generalizar.
Responder assim, é até um comodismo nosso.
Nos casos dos desastres não naturais, ou seja tudo aquilo que é consequencia da influencia do homem, não estavam nos planos de Deus para nós; é apenas uma AÇÃO E REAÇÃO.

E Vocês pessoal, o que acham?
(Lembrando que me refiro a apenas os desastres causados na natureza que são consequecias da ação do homem)

Abraços.
Os Flagelos destruidores precisam existir. Todos esses fenômenos naturais são para a evolução do planeta mesmo, tanto moralmente, como Geograficamente falando. Se não existissem os vulcões, a Terra explodiria, por exemplo...

Para os seres humanos que passam pela provação de ser atingido por uma tormenta dessa, é um teste de paciência, tolerância e resignação. Para os desencarnados por esse motivo, é o resgate que se tem a passar.

Para os seres humanos que nada sofreram com as catástrofes, uma belíssima oportunidade de praticar a caridade verdadeira, onde fazemos sem esperar retorno para nós.

Tudo bem que, o ser humano abusa e faz com que esses flagelos venham em determinadas situações com muito mais força. Como disse a amiga dois comentários acima, é a questão da Ação e Reação.

Uma historinha: um parente meu tinha um sítio aqui no RJ. Ele adorava brincar de caçar sapos! Matou tantos sapos que acabou por ter um surto de mosquitos e outros insetos em numero demasiado. Nuvens e nuvens de insetos no sítio. A ação de matar os sapos deu a reação do desequilíbrio do ecossistema. Resumo: ele teve que COMPRAR SAPOS pra repor e acabar com o excessivo numero de mosquitos e insetos.

Foi um exemplo pequeno diante das catástrofes ocasionadas pelo ser humano. Mas, acontece sempre!!!

E nós mesmos? O que fazemos diante desses acontecimentos? As enchentes perto de nossas casas, temos parcela de culpa nisso? Jogamos papelzinho de bala no bueiro? E as epidemias, que se tornam verdadeiros desastres, como a Dengue? Fazemos nossa parte pra evitar?

Vamos sim!!! Fazer nossa parte para amenizar esses flagelos ocasionados pelo próprio ser humano. No mais, Papai do Céu sabe muito bem o que faz!!! Se ele constrói, ele também sabe a hora exata de renovação. E se por algum motivo isso tudo existe, é com certeza, um ponto para a evolução. Quem dos filhos Dele se sair bem, tá tudo certo!!! Quem não se sair bem nessa, Ele dá inumeras oportunidades de melhorar!!!

Abraços a todos da comunidade!!!

Pessoal ponho em discussão no fórum o seguinte tópico:

 

O que nos impede de auxiliar aqueles que estão desesperados, vítimas das catástrofes climáticas?

 

Pessoas perdendo toda a família... todo o patrimônio conquistado com o trabalho... todos os sonhos e registros de sua história... totalmente sem perspectivas de continuidade digna de vida...

 

Como o tópico inicial coloca (no início do ano de 2010) os fenômenos que detonaram Angra dos Reis (RJ), Niterói (RJ) várias cidades de São Paulo e Minas Gerais, sem contar os estados nordestinos Alagoas e Pernambuco... sensibilizaram os brasileiros que enviaram diversos donativos, doações em dinheiro, etc... auxiliando as vítimas destas catástrofes...

 

Em mais um novo verão (2011) temos novamente o estado do Rio de Janeiro e São Paulo extremamente abalado pelas chuvas comuns nesse período!!


O que podemos fazer, além de fazermos orações e vibrações para dar o auxílio espiritual tão necessário neste momento?

Quais são os ensinamentos da doutrina que nos auxiliem na ação correta para esses momentos?

 

Abraços Fraternos...

Rita

 

Concordo com a camila gente. já esta ocorrendo no nosso planeta a mudança de vibração do mundo de provas e espiações para o mundo de regeneração. os desastres estão ocorrendo realizando uma "limpeza" no nosso planeta, os espiritos que ja nao tem a mesma vibração do planeta estão sendo retirados para outros planetas primitivos onde terão nova chance de melhorar. infelizmente os desastres ocorrerão em grade escala. mas temos que ter fé e certeza de que isso que está ocorrendo é o melhor para todos nós. E que também devemos melhorar para continuarmos com nosso trabalho. Uma sugestão de leitura leiam os livros Exilados por Amor, e a sua sequencia Jornada dos Anjos Médium: SANDRA CARNEIRO Espírito: LÚCIUS
Editora: VIVALUZ. conta essa fase de mudança na terra e em capela. é muito interessante. bjos a todos

Então pessoal, hoje em uma palestra na reunião pública, foi comentado esse aspecto do que tem acontecido no Rio e São Paulo, e temos que além de enviar donativos para as pessoas que la se encontram nós temos que vibrar por essas familias, entrar em constante oração, ao invés de ficar vendo os noticiários repetitivos, vamos buscar auxiliar todos que estão passando por essas dificuldades e seguir o exemplo de Francisco de Assis, vamos amar a nossa natureza, vamos respeitá-la pois vivemos no mesmo mundo que elas vivem e precisamos dela ao nosso lado.  São irmãs que tanto nos ajudam e também ficam "chateadas" com o que fazemos contra ela. Vamos passar a respeitar esse reino pq um dia tbm fizemos parte dele!

 

Abraços!

Recebi de um amigo um artigo cujo tema tem muito haver com o desse tópico,após le-lo resolvi postar aqui para dividir com o pessoal a visão de um espiríta sobre as catastrofes e desencarnes em massa:
Obs:Existe um outro tópico que trata de tragédias coletivas aonde postei tb essa resposta ja que os assuntos tem muito haver.

CATÁSTROFES E DESENCARNES EM MASSA
A VISÃO ESPÍRITA

" Vez por outra, a Humanidade, em determinadas regiões do Planeta, chora a dor da destruição de cidades e a perda dos entes queridos. Catástrofes naturais ou acidentais vitimam milhares de pessoas e as imagens televisivas, virtuais ou impressas nos mostram as tintas do drama de nossos irmãos, enquanto a população recolhe seus mortos, implorando por auxílio para o socorro aos sobreviventes e a futura reconstrução de casas, prédios, espaços e repartições públicas.

A solidariedade fraternal do mundo fica explícita nas ações de grupos estatais e não-governamentais, que remetem remédios e equipamentos clínicos, bem como alimentos, água potável, roupas e cobertores, em paralelo aos inúmeros voluntários das cruzadas de saúde e defesa civil que atendem às vítimas, no digno exemplo daqueles que se importam com o semelhante e fazem o possível para minorar a dor alheia.

A filosofia espírita apresenta-nos a destruição como uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, importando no aniquilamento da vida material, a interrupção da atual experiência. Há, segundo a cátedra espírita, as desencarnações naturais, as provocadas e as violentas. As naturais decorrem do esgotamento dos órgãos e representam o encerramento “programado” das existências corporais, segundo a lei de causa e efeito e o planejamento encarnatório do ser. As provocadas resultam da ação humana no espectro da criminalidade e da agressividade (assassínio, atentados, guerras). As violentas encampam a ocorrência de catástrofes naturais (enchentes, terremotos, maremotos, ciclones, erupções, desmoronamentos, acidentes aéreos, automobilísticos, ferro ou aquaviários, entre outros), sem desconsiderar que a ação ou omissão humana, em face da ganância, da prepotência e da corrupção, pode estar entre as causas que geram tais efeitos danosos.

É por isso que em muitas dessas situações, o nexo causal entre a catástrofe e a ação humana acha-se presente. Movido por interesses mesquinhos e sem a adequada compreensão do conjunto (leia-se a contemporânea preocupação com os ecossistemas, a preservação do meio ambiente), os homens alteram a composição geológica, com escavações, desmatamentos, aterros e outros mais, e sua imprevidência acaba gerando as ocorrências das mencionadas catástrofes “naturais”. Também podemos mencionar aqui a situação daqueles que, migrando de suas cidades para os grandes centros, habitam os morros, nas periferias das metrópoles, e, sem a mínima infra-estrutura, ficam à mercê das primeiras enxurradas, que levam seus barracos, que fazem desmoronar enormes pedras, vitimando, não-raro, diversas pessoas. Há, aí, um misto entre o evento natural e a ação humana, como causa direta do evento fatal.

Nos casos em que subsistem várias vítimas, seja em pequena, média ou grave dimensão, entende-se que as faltas coletivamente cometidas pelas pessoas (que retornam à vida material) são expiadas solidariamente, em razão dos vínculos espirituais entre elas existentes. Todavia, necessário se torna qualificar a condição daqueles que, por comportamentos na atual existência, possam sublimar as provas, alterando para melhor o planejamento vital, garantindo a ampliação de sua permanência no orbe, redefinindo aspectos relativos à reparação de faltas e à construção e realização de novas oportunidades. Eis um caminho para explicar, por exemplo e, ainda que não definitivamente, a existência de sobreviventes.

A compreensão espírita, calcada no sério estudo e na relação direta entre os fundamentos filosóficos espíritas e o cotidiano do ser, na análise de tudo o que lhe rodeia, permite, assim, a desconsideração do termo “fatalidade” como sendo algo relativo à desgraça, ao destino imutável dos seres, pois o Espírito, conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir. Então, a palavra destino também ganha um redesenho, para representar, tão-somente, o mapa de probabilidades e ocorrências da existência corporal, resultantes, em regra, das escolhas e adequações realizadas anteriormente à nova vida, somadas às atitudes e aos condicionantes do contexto atual, onde, com base no seu discernimento e liberdade, continuará o rol de decisões que levarão o ser aos caminhos diretamente proporcionais àquelas, colocando-o, sempre, na condição de primeiro e principal responsável por tudo o que lhe ocorra.

É verdadeiramente por isto que cognominamos o Espiritismo como a “Doutrina da Responsabilidade”, porque se nos permite a análise criteriosa de nossa relação direta com fatos e acontecimentos da vida (material e espiritual).

Ante eventos como as enchentes em Santa Catarina, além da possível ajuda material que possamos, daqui de longe, efetivar, que nossas vibrações e preces possam alcançar os espíritos socorristas, que encaminham as “vítimas” desencarnadas ou seus familiares, as primeiras ao necessário e conseqüente despertar no Novo Mundo, e as últimas ao esforço para reconstruírem suas vidas. E que todos eles, despertos e recuperados das mazelas físico-espirituais, possam compreender, novamente, que o curso da evolução espiritual continua. Para eles e para nós, que aqui estagiamos."

Marcelo Henrique Pereira
Assunto muito interessante e que, provavelmente, ficará cada vez mais em destaque de agora em diante...

Abrs a todos.

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Notas

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