Organização de Jovens Espíritas

Um mundo melhor OJE!

Amistosos irmãos e irmãs, tenho sede de opiniões.

Acredito que vcs tenham respostas que podem me ajudar e muito!

Uma das questões é : se a ciência prova que a vida existe, se e somente se, proceder de uma outra vida pré-existente e afirma que o princípio da causalidade é uma lei , quais fatos fazem com que a ciência não aceite a idéia de um princípio inteligente ? E vcs ? No que realmente acreditam ? Porque ?

 

Devo avisar que não vim para conceituar mas para aprender conceitos. Logo peço opiniões/conhecimento verdadeiro de vcs, sendo comprováveis ou não.

A propósito, não sei nada sobre o tudo, por isso preciso de ajuda. =/

 

 

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Respostas a este tópico

Caríssimo Alan,

entendo o Espiritismo também como ciência, podemos perceber os pontos de convergência entre essa e as demais ciências. Ambas utilizam de metodologias científicas, partindo de hipóteses pré-concebidas, e buscando comprovar ou refutar as hipóteses. Não foi esse o percurso científico que Kardec utilizou para estudar as mesas girantes e para escrever "O Livro dos espíritos"? Kardec se pautou na lógica e na razão para chegar às suas conclusões e para elaborar as perguntas do livro em questão.

Mas, o tema central de sua dúvida é: por que a ciência material (ou ciência humana) ainda não aceita as verdades espirituais? A resposta está na própria designação das ciências: a ciência material se pauta naquilo que é palpável e concreto (se o cientista não enxerga ou não consegue submeter o fenômeno à sua vontade, então o fenômeno é falso). Isso tem sua causa no orgulho dos cientistas que se julgam superiores ao homem comum, mais sábios, mais inteligentes e mais cultos. Mas devemos ressaltar que ciência não é sinônimo de sabedoria. Ciência advém do conhecimento adquirido, enquanto sabedoria está mais ligada à moral e a forma como a pessoa aplica seu conhecimento (que nem sempre é científico, mas pode ser um conhecimento de senso comum)

Na Introdução de "O Livro dos espíritos", Kardec considera as críticas dos cientistas materialistas e céticos e escreve o seguinte texto:

"Para muitas pessoas, a oposição das comunidades científicas é, senão uma prova, pelo menos uma forte suspeita contrária. Não somos daqueles que se voltam contra os sábios, pois não queremos que digam que metemos os pés pelas mãos: ao contrário, temos por eles um grande apreço, e nos sentiríamos muito honrados de estar entre eles. No entanto, a opinião dos sábios não poderia representar, em todas as circunstâncias, um julgamento irrevogável.

Visto que a Ciência surge da observação material dos fatos, tratando de apreciá-los e explicá-los, o campo encontra-se aberto a suposições. Cada um traz consigo seu sistemazinho, que deseja fazer prevalecer e sustentar obstinadamente. (...) Os fatos, eis o verdadeiro critério de nossos julgamentos, o argumento sem réplica. Na ausência dos fatos, a dúvida é a opinião do sábio.

Para as coisas evidentes, a opinião dos cientistas faz jus à importância que lhe é dada, pois eles as conhecem mais e melhor que o homem comum. No entanto, em termos de princípios novos, de coisas desconhecidas, sua maneira de ver é sempre hipotética, porque eles não estão mais isentos de preconceitos que os outros. (...) Todo homem que se formou numa especialidade prende a ela todas as suas ideias. Afastem-no de sua especialidade, e, comp frequência, ele perde o bom senso, pois quer submeter tudo a uma mesma fôrma: trata-se de uma consequência da fraqueza humana. (...)

As ciências comuns se apoiam nas propriedades da matéria, que podem ser experimentadas e manipuladas à vontade. Os fenômenos espíritas se apoiam na ação de inteligências que têm vontade própria e nos provam, a todo instante, não serem submetidas ao nosso capricho. Portanto, as observações não podem ser feitas da mesma maneira: elas exigem condições especiais e um ponto de partida diferente. Querer submetê-las aos procedimentos ordináriosde investigação seria estabelecer analogias que não existem. A Ciência propriamente dita, enquanto Ciência, é, portanto, incompetente para se pronunciar quanto à questão do Espiritismo: não cabe a ela encarregar-se desse assunto, e qualquer que seja o seu parecer, favorável ou não, não poderia ter valor algum. O Espiritismo é o resultado de uma convicção pessoal que os cientistas podem ter como indivíduos, independente do fato de serem eles cientistas. No entanto, querer deferir essa questão à Ciência seria o mesmo que entregar a uma assembleia de físicos ou astrônomos a deicsão sobre a existência da alma. Com efeito, o Espiritismo fundamenta-se totalmente na existência da alma e no seu estado após a morte. Ora, é extremamente ilógico pensar que um homem deva ser um grande psicólogo só pelo fato de ele ser um grande matemático ou um grande anatomista. Ao dissecar o corpo humano, o anatomista procurar a alma, e por não encontrá-la com seu bisturi, como encontraria um nervo, ou por não vê-la dissipar-se como um gás, conclui que ela não existe, pois parte de um ponto de vista exclusivamente material. O anatomista, em decorrência disso. passa a ter razão contra a opinião universal? Não. Tu verás, portanto, que o Espiritismo não é da alçada da Ciência. (...)

O homem que considera sua razão infalível está bem próximo do erro. Aqueles cujas ideias são as mais falsas apoiam-se em sua própria razão, e é em virtude disso que rejeitam tudo que lhes parece impossível. Aqueles que outrota reagiram contra as admiráveis descobertas de que a humanidade se orgulha, apelaram a esse juiz para rejeitá-las. Aquilo que chamamos razão é, muitas vezes, orgulho disfarçado, e qualquer um que se julgue infalível está se colocando como igual a Deus. Portanto- dirigimo-nos àqueles que são sensatos o suficiente para duvidar daquilo que não viram mas que, julgando o futuro pelo passado, não acreditam que o homem já tenha chegado ao seu apogeu, e tampouco que a Natureza lhe tenha virado a última página de seu livro."


Perdoe-me pela resposta IMENSA. Mas isso são apenas pequenos trechos do que Kardec escreve sobre essa importante questão. Para ter acesso ao texto completo, sugiro que procure em "O Livro dos espíritos", na Introdução, item VII.

=D

 

 

Meu caro amigo Alan,

 

A sua pergunta é do tipo de perguntas que eu adoro, pois trazem um fundo filosófico interessante.

 

Antes de responder a sua questão, permita-me filosofar um pouco contigo...

 

Quando você diz que "a ciência não aceita a idéia de um princípio inteligente", eu te questiono: o que é a Ciência!? Quem responde pela Ciência!? A Ciência é a verdade absoluta??

 

Hoje, erroneamente, a noção POPULAR de "ciência" apenas reconhece aquela com paradigma materialista. Todavia, isso é um erro tremendo. Ninguém pode "responder" pela Ciência, pois essa nada mais é que a busca de se entender como as coisas funcionam. A opinião de um "cientista" hoje pode estar amparada pelas evidências e, por isso, possuir valor. Todavia, daqui um século as evidências são mais bem detalhadas e aquela opinião vira motivo de risos. Como exemplo, temos a "condenação" de Galileu Galilei.

 

A ciência então necessita de evidências e criam teorias hipotéticas para tentar explicar os fenômenos dessas evidências. Quanto mais essa teoria hipotética consegue explicar, mais credibilidade no meio científico e acadêmico ela terá. Mas veja, em momento algum ela deixará de ser uma teoria hipotética! Apenas terá maior ou menor valor tal a expressividade das respostas que consegue explicar.

 

Um exemplo disso é a queda de meteoritos na Terra. Uns dois séculos atrás, os cientistas tinham a evidência da gravidade, ou seja, tudo que é jogado para cima é atraído e cai novamente no solo. Tinham a evidência que na erupção de vulcões, pedras eram lançadas a uma altura muito grande. Assim, a explicação da queda de "pedras no solo" era a soma dessas evidências, ou seja, a explicação era que as pedras eram lançadas para cima nas erupções dos vulcões e depois caiam pela gravidade. Veja que é uma explicação totalmente racional e que é corroborada por essas evidências.

 

Todavia, depois de um tempo foram estudar a composição química dessas "pedras que caíam no solo" e verificaram que o material químico delas em nada se assemelhavam às pedras expelidas pelos vulcões. Surgiu então uma nova evidência. Essa nova evidência acabava com a teoria hipotética que até então era aceita como explicação para o fenômeno. Assim, necessitou-se de outra teoria!

 

Veja então como a ciência funciona!! São teorias hipotéticas que tentam explicar os fenômenos pelas evidências dele. Isso nos mostra que as teorias científicas só têm "autoridade" por um momento delimitado pelas descobertas das evidências.

 

"a autoridade da ciência está fundamentada em sua própria capacidade de explicar os fenômenos que estuda e não na opinião dos cientistas. Não há como fundamentar a verdade em 'comitês' ou 'grupos de pesquisa', 'associações' ou 'academias'. Para verificar isso é só observar que existem inúmeros exemplos na História das Ciências de como a opinião apressada ou sem reflexão de cientistas famosos prejudicaram o desenvolvimento da Ciência.A Natureza guarda suas verdades que somente com muito trabalho, esforço, compreensão e proposição audaciosas de teorias pode ser revelada."

 

Assim, a ciência não é imutável e imóvel, ela explicará os fenômenos com aquelas evidências. Mas sempre que surgir outra evidência, ela modificará as explicações e as opiniões dos cientistas anteriores servirão apenas como base de pesquisa de como o conhecimento evoluiu!

 

Dito isso, vou a sua pergunta central: quais fatos fazem com que a ciência não aceite a idéia de um princípio inteligente ?

 

Perceba então que você está restringindo a ciência. Quando diz que ela não aceita um princípio inteligente, você está considerando a opinião de um cientista ou dos cientistas que utilizam o paradigma materialista.

 

Eu te disse que uma teoria científica deve haver evidências que coadunam com as explicações. Algumas teorias rejeitam o princípio inteligente, pois alegam não existir evidências da existência dele. Mas há um ensinamento sobre ciência que deve ficar claro para você:

 

"A ausência de provas NÃO É a prova de ausência". Isso é de uma importância tremenda!!! Veja, a ausência de prova de microorganismo antigamente não era a prova da ausência de microorganismo!!

 

Então a falácia de que "Deus não existe" ou o "princípio inteligente" não existe porque não há provas que eles existem é um erro chulo do homem de ciência que afirma isso!!

 

Dito isso, quero te dizer que já há evidências científicas da existência do princípio inteligente!! Éeee amigo, há sim!!

 

Eu tenho uma série de artigos científicos publicados em revistas de alto conceito científico que discorrem sobre a reencarnação, sobre a existência dos Espíritos...

 

Mas num primeiro momento, quero te citar alguns autores: Allan Kardec, William Crookes (Fatos Espíritas), Robert Hare (provou o erro de Faraday no Efeito Ideomotor), Alfred Wallace Russel.

 

Além desses, há o eminente Dr. Yan Stevenson, Dr. Hemendra Banerjee e vários outros. 

 

Eu debato muito com ateus e sei bem como são as colocações deles, por isso tenho uma base de conhecimento na área. Qualquer ajuda mais, pode me dizer!

 

Um abraço,

 

Gabriel

 

AHH.. TEM UM BLOG FANTÁSTICO que recomendo que leia desde a primeira postagem. Segue o link: http://eradoespirito.blogspot.com/2010/11/crencas-ceticas-iv-onde-e...

 

Repito... esse blog é fantástico!!

Ihullllllllllllllll.
Li os 2 textos. Vixi, gostei demais.

Então meus amigos, ainda bem que minha questão foi compreendida, hehe ela ficou um pouco estranha mesmo.

Quando eu disse "ciência", me referi aqueles que acreditam em certas coisas só porque a possibilidade foi comprovada por testes em laboratórios. Interessante e verdadeiro o comentário sobre as teorias hipotéticas do Gabriel que é fiel ao trecho do LdE mostrado pelo Zanoni : "O homem que considera sua razão infalível está bem próximo do erro".

Gostei do Blog. =D

Ah, me vejo em outra questão.

E vocês ojeanos ??? Em que momento destes poucos anos já vividos aqui na Terra, vocês conseguiram "ver" Deus ?

Poderiam dar relatos pessoais ? Foi através da Fé, ciência(conhecimento) ou algo mais ?

Meu caro Alan, 

 

Que bom que você gostou do blog.. Leia todas as postagens!

 

Acho que cada um chega de uma maneira diferente à Deus, todavia ele é totalmente concebível pela razão!! Além de que há uma pergunta do Livro dos Espíritos pouco explorada, pois há um contra-argumento FALACIOSO.

 

4. Onde podemos encontrar a prova da existência de Deus?

— Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa.Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e vossa razão vos responderá.

 

O argumento FALACIOSO é: se todo efeito tem uma causa, então qual seria a causa de Deus?

 

Perguntar isso é o mesmo que perguntar "qual o cheiro do azul?". Não tem nexo fazer essa pergunta. Também não há nexo em perguntar aquela.

 

Veja...É notório que algo não pode sair do nada. Certo? Afinal, o nada é o nada! Então.. se houve algum tempo em que não existia absolutamente nada (antes do big ban), então nada poderia vir existir, afinal algo não pode sair do nada. Certo? As coisas existem ou no mínimo você existe, afinal "penso, logo existo"! Certo? Portanto, as coisas existem e elas não podem ter saído do nada. Por isso, uma vez que nunca pode ter havido o nada absoluto, alguma coisa deve ter sempre existido. Essa coisa é Deus.

 

Simplificando o raciocínio: se as coisas existem, deve haver algo eterno (que sempre existiu) para que as coisas que existem começassem a existir, pois o nada não pode produzir algo. Essa coisa é Deus! =D

 

Podem argumentar: mas essa coisa "eterna" pode ser o próprio Universo. Todavia, o que colocou as partículas em movimento? O movimento necessita de uma causa externa aos corpos.

 

Ainda assim: 

 

Causa - efeito só faz sentido dentro do próprio universo que contém a dimensão do espaço-tempo, afinal para ter causa e efeito deve-se ter tempo entre uma coisa e outra. Assim, fora do Universo tudo é eterno. E fora dele, há apenas o criador dele.

 

E para complementar a lógica:

 

Tudo que tem uma causa (efeito), COMEÇA a existir.

Deus é eterno (ou seja, não COMEÇA a existir, pois eterno é o que não tem começo nem fim)
Logo Deus não tem causa (ou não precisa ter causa).

 

Sendo assim, o conceito de ETERNO é incompatível com o de ORIGEM ou CAUSA. Assim como o conceito de CHEIRO é incompatível com AZUL!

 

Se ainda assim não conceber Deus... basta demonstrar que há inteligência fora da matéria. Todos aqueles que não concebem Deus se apóiam na própria evolução da matéria para explicar os seres inteligentes. Logo, se há inteligência exterior à matéria, esse apoio desmorona. 

 

Sendo assim, prove a existência de Espíritos! Dr. Yan Stevenson é bom nisso! =D

 

Um abraço,

 

Gabriel

cara , os amigos acima responderam muito bem....

 

eu sou biólogo e quando agente ve a perfeição e a harmonia de como a vida funciona, não da pra atribui somente a evolução...tem um livro muito interessante que chama " a caixa preta de darwin" esclare bem essa duvida...

 

uma vez um palestrante me disse que perguntaram a ele..se ele acreditava em Deus ou na Ciência...e ele respondeu...."acredito que Deus é um excelente cientista"...e estou com ele..

quando eu me pego as vezes a duvidar da existencia de espiritos...eu penso em chico...q escreveu centenas de livros diferentes sobre assunstos diferentes..

quando penso se a caridade existe...eu lembro de jesus, mas como não conheci pessolmente , lembro de varias outras figuras atuais que fazem sem querer nda em troca..

quando duvido de Deus...eu olho o mundo nos minimos detalhes...

 

a ciências não é contra a religião ou doutrinas...a ciências apenas tenta provar as existencias para facilitar a crença de mtos...

 

tipo, num teve mto a ve com sua pergunta...mas quis expor isso ae

Que pessoal "afinado". =D
Gabriel, adoro a frase "qual o cheiro do azul?". ashuaushhuas é uma boa pergunta para concluir, pela lógica, que o princípio inteligente foge a regra. Me parece que entender algo eterno não é tão difícil...

Achei bacana as respostas de todos, objetividade e clareza... woot \o/ 

Meu caro Renato, não sabes o quanto admiro a biologia.

Acredito que a vida dá as respostas sobre ela mesma, basta querer estudá-la.

Com certeza darei um jeito de ler o livro que você mencionou.

Agradeço suas opiniões e os relatos, foram de grande valia.

 

Aproveito para fazer mais uma pergunta ( eu sou curioso e não estou afim de procurar respostas em livros hehe ).

 

Sabemos que a criatura humana, nas primeiras etapas da vida, é um ser extremamente frágil e completamente dependente.

Com outros seres vivos, com referência aos animais, isso não acontece. A capacidade de sobrevivência destes outros são maiores que a do ser humano. ( estamos falando dos primeiros momentos da vida ).

Exemplo : uma tartaruga já nasce correndo para a água, outros animais nascem se locomovendo muito bem e procurando o próprio alimento...

 

Ora, se o ser humano é o único dotado de uma essência já desenvolvida ( espírito ) ,com razão e pensamento, não deveria ser "superior" desde os primeiros momentos de vida na Terra ?

 

Este fato pode ser considerado como uma "falha" para o bem do ser ? É uma questão de re-adaptação ?

O q vcs sabem sobre o assunto ? Fatores biológicos, trechos de livros, idéias pessoais...

Meu caro amigo Alan,

 

Veja bem... o cérebro do animal tem que compactar apenas o instinto. Já o cérebro humano tem que compactar o instinto, a inteligência e as memórias pretéritas no subconsciente. Qual levaria mais tempo??

 

Além disso, a infância, sobretudo o momento do "colo", é importante para que a mãe sinta vontade de cuidar daquele ser indefeso e com isso desenvolva ainda mais o vínculo mãe-filho... vínculo esse que mais se aproxima do amor verdadeiro. Assim, essa fase é utilizada para que os seres se amem ou, no mínimo, comecem a se amar.

 

O livro dos espíritos nos traz essa resposta:

 

382. O Espírito encarnado sofre, durante a infância, com o constrangimento imposto pela imperfeição dos seus órgãos?

      — Não; esse estado é uma necessidade; c natural e corresponde aos desígnios da Providência. É um tempo de repouso para o Espírito.

 

383. Qual é, para o Espírito, a utilidade de passar pela infância?

      — Encarnando-se com o fim de se aperfeiçoar, o Espírito é mais acessível durante esse tempo às impressões que recebe e que podem ajudar o seu adiantamento, para o qual devem contribuir os que estão encarregados da sua educação.

      384. Por que os primeiros gritos da criança são de choro?

      — Para excitar o interesse da mãe e provocar os cuidados necessários. Não compreendes que, se ela só tivesse gritos de alegria, quando ainda não sabe falar, pouco se inquietariam com as suas necessidades? Admirai, pois, em tudo, a sabedoria da Providência.

 

Um abraço,

 

Gabriel

Hmmmm, então é muito mais que necessário. Em tudo, a Sabedoria perfeita se faz presente...
Interessante, ultimamente as crianças estão se desenvolvendo com mais rapidez.
Será que a época "infância" está diminuindo ? Será que daqui algum tempo veremos bebês começando a falar com 3 meses ao invés de 9  a 18 meses ?

Hmm, acho que fui longe.

Obrigado pela resposta!

Paz e ótimo estudo na escola Vida. 

Meu amigo Alan...

 

O livro dos espíritos TAMBÉM nos responde essa pergunta... Veja:

 

183. Passando de um mundo para outro, o Espírito passa por nova infância?

— A infância é por toda parte uma transição necessária, mas não é sempre tão ingênua como entre vós.

 

Perceba então que o estágio da infância se modifica de acordo com a elevação do mundo. Bom... até pouco tempo atrás vivíamos em um mundo de provas e expiações (3 ordem). Agora, estamos em um período de transição, o que significa dizer que temos características desse mundo, mas também do mundo de regeneração (mais evoluído que o primeiro). Logo, é notório que a ingenuidade da infância diminua.

 

Hà ainda uma pergunta no livro dos Espíritos que me esqueci do número que diz que em TODOS os mundos há a infância... o que diferencia de um para o outro é o período que o Espírito permanece na ingenuidade!

 

Espero ter colaborado!

 

Abraço

Colaborou muuuuito!
Grato!
=D 

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